26 de out. de 2005
You come crash into me
-Mato Grosso.
-Isso é longe, né?
-Longe daonde?
Isso é uma história que minha mãe sempre me contava do que aconteceu com o meu pai. Atualmente faz muito mais sentido já que a minha linda mora ali do lado em Porto Alegre. Antes de conhecer ela, eu só procurava conhecer pessoas por aqui, e nunca imaginei o que eu estava perdendo limitando tanto a minha visão.
Eu visitei ela dia 14/10 e foi maravilhoso, ficamos praticamente o tempo todo juntos. Além disso, pude conhecer a cidade, que é linda, e tem um adorável ar de cidade do interior. Ela me lembrou um pouco do Rio na minha infância. O centro da cidade é super agradável e vários prédios mantém a fachada antiga das construções, o que deixa as ruas muito mais agradáveis. Também pude conhecer alguns amigos dela, mesmo que uma só estivesse de passagem.
Hoje, eu sei que ela fica pertinho de mim, e ela alegrou a minha vida desde aquele primeiro "oie" que ela disse três meses atrás.
Te adoro, linda!
:**
27 de set. de 2005
At your side
And you need a friend just to be around
I will comfort you, I will take your hand
And I'll pull you through, I will understand
And you know that
I'll be at your side, there's no need to worry
Together we'll survive through the haste and hurry
I'll be at your side
If you feel like you're alone, and you've nowhere to turn
I'll be at your side
If life's standing still and your soul's confused
And you cannot find what road to choose
If you make mistakes (make mistakes)
You can't let me down (let me down)
I will still believe (still believe)
I will turn around
And you know that
I'll be at your side, there's no need to worry
Together we'll survive through the haste and hurry
I'll be at your side
If you feel like you're alone, and you've nowhere to turn
I'll be at your side
I'll be at your side
I'll be at your side
You know that
I'll be at your side, there's no need to worry
Together we'll survive through the haste and hurry
I'll be at your side
If you feel like you're alone, you've got somewhere to go,
'Cos I'm right there
I'll be at your side, I'll be right there for you
(Together we'll survive) through the haste and hurry
I'll be at your side
If you feel like you're alone, you've got somewhere to go,
'Cos I'm at your side
I'll be right there for you
I'll be right there for you, yeah
I'm right at your side
Lembra, linda, que eu estou aqui sempre que você precisar... :*
23 de set. de 2005
19 de set. de 2005
Simple is better than complicated
Simple is better than complicated.
We will always try to eliminate choices that the user must make. Every bump on the user experience must be relentlessly sanded down. Our customers will say: "It's the easiest thing in the world and It Just Works." No jargon will remain in the user experience, anywhere.
Que bom seria se todos os sistemas fossem feitos assim, não é?
Texto extraído da especificação do sistema copilot, divulgado no site joel on software
But you can save me from madness
And you use it only for me
Nobody knows it but you've got a secret smile
And you use it only for me
So use it and prove it
Remove this whirling sadness
I'm losing, I'm bluesing
But you can save me from madness
Nobody knows it but you've got a secret smile
And you use it only for me
Nobody knows it but you've got a secret smile
And you use it only for me
So save me I'm waiting
I'm needing, hear me pleading
And soothe me, improve me
I'm grieving, I'm barely believing now, now
When you are flying around and around the world
And I'm lying alonely
I know there's something sacred and free reserved
And received by me only
:**
11 de set. de 2005
Less is more
A primeira mudança drástica com relação à qualquer outra GUI é a separação entre lógica e apresentação: todos os detalhes de apresentação ficam em um arquivo xml, e somente a lógica do programa fica no código fonte. Dessa forma é possível, por exemplo, mudar completamente o visual e os próprios componentes da GUI sem alterar o código fonte.
Para se ter uma idéia de como é simples, o famoso "Hello World" é composto de dois arquivos: Hello.java e hello.xml. (me desculpem pelas progagandas, mas foi o melhor que consegui sem procurar muito).
Isso produz a janela abaixo:

Veja que todos os componentes da GUI são definidos no xml. Essa API é uma ótima solução para quem precisa de componentes mais complexos que os fornecidos pelo AWT, mas tem problemas de espaço ou performance.
9 de set. de 2005
Um tira da pesada muito louco por acaso
Todos já estamos acostumados com os "títulos" que são usados por aqui, tanto que já até apareceu no escritório um gerador de nomes de filme, simplesmente juntando palavras como "alucinante", "por acaso", "da pesada", e o favorito de todos e praticamente obrigatório: "muito louco". Mas daonde será que esses gênios da língua inglesa descobriram o tira? E eles não estão sozinhos nisso, porque todos os dicionários dizem que "tira" é gíria para policial ou investigador, até a Wikipedia tem uma entrada dizendo isso, então alguém usou esse termo um dia. Através de uma discussão na comunidade Traduções Tenebrosas do orkut, eu encontrei um link para um glossário policial que desfaz o mistério: "tira" era realmente gíria para policial nos anos 50! Somente um pouco desatualizados, não é? Isso é a maior prova de que traduzir não é só ir no dicionário, você tem que ver se isso é adequado ao período em que se encontra, e não é porque isso fazia sentido no passado, que vai funcionar para sempre.
No blog is an island
31 de ago. de 2005
10 anos de Opera
25 de ago. de 2005
Wikipedia
Imagine um mundo aonde todas as pessoas tenham livre acesso à soma de todo o conhecimento humano. É isso que estamos fazendo. E precisamos da sua ajuda.
Ajude a manter a wikipedia funcionando e a melhorar cada vez mais:
http://wikimediafoundation.org/wiki/Coleta_de_fundos
Para saber mais sobre a wikipedia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A1gina_principal
7 de ago. de 2005
Sins
O que dizer sobre uma obra fantástica como Sin City? Eu já havia assistido o filme em maio, graças à distribuição alternativa, mas não pude me conter e fui hoje assistir na telona. Foi a primeira vez que alguém conseguiu com maestria transpassar uma obra de um meio para outro. É possível identificar o traço de Frank Miller em cada cena do filme. É a primeira vez que a forma é mais importante do que o conteúdo em um filme de ação. Quem leu os quadrinhos, é capaz de identificar quadros específicos das histórias originais, mantendo mais do que fidelidade, mas a própria história como um todo.
Além disso, há um elenco que ficou maravilhoso no filme, cada ator conseguiu personficar de forma excelente seu personagem, com uma menção honrosa para Mikey Rourke. Não há um ator que eu achei que pudesse ser diferente ou que devesse ser substituído.
Bem, agora que a euforia já está passando, vamos falar um pouco da inevitável questão da violência do filme. Eu vi uma resenha do Jabor e de alguns outros, dizendo que é um dos mais violentos já feitos, que promove a violência e tudo mais, e que a estética do filme é só uma desculpa para transformar o explícito em cult. Talvez realmente seja o mais violento até agora, mas será que isso é realmente o fato mais importante? Porque ningém nunca reclama da violência de filmes como "Em busca do Soldado Ryan"? Na minha opnião, o mundo está mudando, e com certeza ficando mais violento, e isso afeta todas as artes. Eu me lembro de um comentário fantástico do Samuel L. Jackson que dizia algo do tipo: "Se a origem da violência são os filmes, então tudo que temos a fazer é parar de exibir esses filmes e esse problema estará resolvido no mundo inteiro". Ah, se fosse tão simples, não? Os filmes, e todas as formas de arte, são um reflexo da realidade e não o contrário. Pronto, não vou gastar mais electrons com isso.
24 de jul. de 2005
Wonka 2.0
Hoje eu fui ver a versão nova do "A Fantástica Fábrica de Chocolate". É mais um trabalho excelente do Sr. Burton, ele manteve o clima de fábula do filme original, mas conseguiu inserir elementos novos bem interessantes, como por exemplo a personalidade de Willy Wonka e dos
oompa-loompas. Além disso, o filme tem um elenco de suporte muito bom, contando com Christopher Lee e Helena Bohan Carter.
A única coisa que me incomodou um pouco foi que eles colocaram uma moral da história no final que não precisava, será que eles não percebem que o filme não precisa ter moral da história para ser bom?
17 de jul. de 2005
Festival do Japão
15 de jul. de 2005
Campeões?
Será que essa é a única solução? Será que as pessoas só se comportam na frente da polícia armada, com ameaça de gás e prisão? Que droga de "cidadãos" são esses que não conseguem respeitar a porcaria do prórprio transporte que eles devem usar todo dia. Eu relamente não consigo descrever em palavras o desgosto, a ojeriza e a incompreensão de como alguém faz uma &#$! dessas. Honestamente, não entra na minha cabeça, como alguém pode ser tão burro e estúpido a ponto de fazer uma coisa dessas?
Obviamente, existem crimes muito mais graves que ocorrem todo o dia, e longe de mim tirar o peso dessas ocorrências, ou dizer que o fato de ontem foi a coisa mais horrível que já aconteceu. Eu acho que a diferenca é que dessa vez aconteceu no nosso quintal. Não tem como esconder o estrago dessa vez. E o pior, é que a maioria dos criminosos devem ser pessoas que tiveram uma boa educação, que moram num lugar decente, e mesmo assim vão lá e fazem aquilo.
Eu peço desculpas se me exaltei neste texto, mas acho que precisava desabafar, nem que fosse nestas letras elétricas.
13 de jul. de 2005
Quarteto naquelas
Tudo bem que eles não tinham muito com o que trabalhar, pra começo de conversa, não é como x-men ou batman que rendeu histórias fabulosas no passar dos anos, e se o diretor se esforça um pouquinho, você tem histórias muito boas. Mas dava para ter criado uam história interessante. Por exemplo, eu me lembro de uma história fantástica em que o Coisa descobre um diário do Reed, e lá está escrito em detalhes que na verdade, o Reed calculou a quantidade exata de raios para que eles ganhassem os poderes. Isso faz muito mais sentido, o cara é um gênio, o maior gênio do universo Marvel, e com medo do que os supervilôes possam fazer com o mundo, ele resolve que é hora de um grupo de super-heróis ajudar. Um grupo que possa ser aceito pela soicedade, muito mais fácilmente do que aqueles mutantes perigosos. Daí se um conflito muito mais interessante e um "vilão" inesperado.
Bem por hoje é só, acho que agora é só morro abaixo, com as próximas adaptações dos quadrinhos sendo do Super-Homem e do Motoqueiro Fatasma (?). A única adaptação que já está com um lugar garantido é Sin City, que finalmente chega por aqui, dia 29.
7 de jul. de 2005
Textmancer
Segundo ele, os escritores que o inspiraram a escrever e a própria obra dele se apoiam sobre o princípio da montagem, ou seja, de pegar pequenas partes de textos de lugares diferentes para criar o seu texto, defendendo que não seria plágio, mas sim a transformação da matéria prima em algo novo.
Eu acho que isso é perfeitamente válido, e temos ótimos exemplos de filmes que "pegam emprestado" um pouco da história de um outro filem, como metrópolis de Osamu Tezuka. Mas, isso só é bom quando o material original serve somente como inspiração para criar algo novo, diferente da enchente de remakes, que já foi discutida aqui.Um outro problema é que nem tudo são remix, como ele chama. Aliás, a minoria dos filmes e textos de hoje em dia são remix de verdade.
Uma outra coisa que me encomodou no artigo dele é que ele parece não sair do personagem. Há um certo tom de arrogãncia e pretensão sobre o seu texto. Apesar de muito do que ele fala sobre a indústria da música e dos textos fazerem sentido, isso poderia ser introduzido de maneira mais natural, e não como se fosse parte de seus livros de cyber-punk
5 de jul. de 2005
Sangue novo
col-planatex
30 de jun. de 2005
Vamos estar podendo ajudar
A que ponto nós chegamos? Ninguém sabe mais o que fazer. Somos atendidos por máquinas que nos ordenam coisas sem importância, e quando consegui falar com alguém da minha espécie, ele também é robotizado e somente presta respostas que não esclarecem em nada e apenas adiam o problema até que ele aconteça de novo e eu tenha que repetir esse ciclo todo com outros seres robotizados, que darão as mesmas respostas insosas e ineficientes. Eu falo isso com alguma autoridade, já que faço programas de computador, e garanto que desligar e ligar não resolve, nunca resolveu e nunca resolverá problema algum. Desligar e ligar apenas retarda o problema para que ele ocorra novamente em um futuro próximo.
Será que esse é o futuro que nos espera? Falando com gravações que não sabem, e não se importam com nossos problemas? Enquantos nós somos cada vez mais e mais sedados e afastados do mundo real...
